quarta-feira, 2 de maio de 2012

DANÇA E ARQUITETURA


Arquitetura irreversível – o corpo, o espaço e a flecha do tempo

Há alguma diferença entre Dança e Arquitetura? Essa pergunta, que pode parecer totalmente sem sentido à primeira vista, se mostra extremamente difícil de ser respondida quando começamos a esmiuçar as sutilezas de cada um desses dois campos de expressão do ser humano. É claro que existe uma diferença óbvia, que pode ser enunciada de forma quase tautológica dizendo-se que dança é dança e arquitetura é arquitetura. Por outro lado, ao olharmos com mais cuidado as questões colocadas atualmente pela dança e pela arquitetura percebemos que há evidentes mostras de uma convergência, ou talvez possamos dizer até mesmo de uma superposição, entre os domínios das duas atividades. Isso se faz notar especialmente quando observamos que profissionais de ambas as áreas começam a usar os mesmos termos e as mesmas estratégias para tratar do corpo, de sua existência no espaço e de sua relação com o tempo. Temas como a propriocepção, a indeterminação do corpo no espaço e a consideração da irreversibilidade do tempo têm surgido no discurso e na prática tanto de arquitetos quanto de profissionais da dança.
Na verdade, podemos dizer que o corpo, o espaço e o tempo sempre foram tópicos centrais no desenvolvimento da dança e da arquitetura e não é difícil levantar uma série de similaridades entre os dois campos. De imediato nos vêm a mente o fato de que ambos, arquitetura e dança, lidam com o corpo, ou para ser mais preciso, lidam com o corpo em movimento no espaço. Nesse sentido lidam também com a imagem desse corpo que se movimenta pelo espaço. Também lidam com a questão da força da gravidade como um problema a ser equacionado: a gravidade como algo essencial que tem que ser levado em conta, quer seja para aceitá-la ou para desafiá-la. O desafio do salto se assemelha ao desafio do concreto que vence um grande vão. Assim se na dança temos as danças aéreas (como os balés da tradição ocidental) contrapostas às danças telúricas (como as danças de origem africana), na arquitetura temos a leveza lírica (como nas obras de Niemeyer) contraposta a um ideal de peso dramático (como nas obras de Le Corbusier).
Mas para além desta coincidência de tópicos que vemos ao longo da história, a arquitetura e a dança contemporânea parecem confluir de maneira mais intensa, e em alguns momentos parecem até mesmo inverter suas posições e interesses no que se refere aos tópicos que se propõem pesquisar. Assim, se de um lado temos uma dança mais estruturada e arquitetônica, do outro encontramos uma arquitetura mais movimentada e mais dançante. Essa inversão aparece claramente, por exemplo, no intenso uso da geometria como base da dança por coreógrafos como Forsyth e o abandono da geometria pelos arquitetos contemporâneos como o holandês Lars Spuybroek. Mais ainda, quando a dança busca evitar a função narrativa associada aos balés tradicionais a arquitetura descobre seu potencial narrativo e ficcional. Será que estamos assistindo a uma convergência ou a uma mútua anulação? Diante desses indicativos, faz-se necessário compreender esta convergência, não por temer uma possível confusão, mas para que se possa levar aos limites do possível esta exploração e este jogo entre disciplinas e territórios distintos e até mesmo proceder a um trabalho de cross-fertilization.
O corpo – entre a coreografia e a habitação
De uma forma geral pode-se dizer que a questão essencial da arquitetura contemporânea é a sua relação com o evento; não a relação com o espaço ou o tempo de forma isolada, mas sim a relação com o evento enquanto acontecimento que não se repete, dotado de uma singularidade espaço-temporal. Assim, a questão que tem preocupado os arquitetos que praticam uma arquitetura investigativa é exatamente o jogo entre a determinação e a indeterminação de seus projetos e dos lugares deles resultantes. Em outras palavras qual o grau de liberdade dado ao habitante, usuário de espaços que prescrevem usos e modos de comportamento. E a grande aposta é o uso da indeterminação como abertura para a possibilidade de criação. Esta parece ser também uma questão essencial para a dança contemporânea – a relação entre a pré-determinação coreográfica dos movimentos e a liberdade de invenção no ato da dança, ou seja, qual o grau de liberdade entre o coreógrafo e o bailarino. A consideração dessa tensão entre um planejamento prévio e a invenção no ato do evento, na verdade, aponta para a consideração do tempo como algo irreversível (a flecha do tempo, como nos recorda Ilya Prigogine), que impossibilita a repetição idêntica de um mesmo evento, e por isso mesmo traz em si a possibilidade da criação.
No que concerne à Arquitetura, a questão se esclarece quando entendemos uma mudança de abordagem feita pelos arquitetos contemporâneos, que deslocam a arquitetura do âmbito dos objetos para o âmbito das relações, ou seja, deixam de ver a arquitetura como a edificação pura e simples (o objeto em sua materialidade) e passam a abordá-la como o conjunto de interações que acontece entre os habitantes, mediados pela edificação. Na verdade, se olharmos desde o seu surgimento e as suas mais antigas manifestações, assistimos a uma crescente desmaterialização da arquitetura: das pirâmides egípcias que eram pura massa às catedrais góticas permeadas de luz; dos volumes transparentes e interpenetrantes da arquitetura moderna aos espaços fluidos e imateriais das arquiteturas do ciberespaço. Essa evolução, de fato, mostra um distanciamento cada vez maior do caráter objetual da arquitetura e a ênfase sobre aquilo que parece ser o fundamento da arquitetura, o seu caráter de vazio que articula eticamente as pessoas. Assim, a Arquitetura assume-se cada vez mais como um vazio relacional, onde a injunções do habitante enquanto um sujeito desejante passam a ser prioritárias.
Essa desmaterialização do objeto arquitetônico ocorrido ao longo dos tempos parece acompanhar um progressivo distanciamento entre o corpo e a edificação, apontado por Anthony Vidler em seu livro The architectural uncanny. Na antiguidade o edifício buscava uma analogia ao corpo em termos de proporção e simetria – as catedrais simbolizavam o corpo de Cristo. Posteriormente o edifício passa a expressar sentimentos mais abstratos baseados nas sensações corporais. Já no século vinte o edifício não guarda mais nenhuma relação metafórica direta com o corpo humano, mas sim com um animismo mais abrangente, no qual a edificação é vista como um organismo, que cresce, respira, se transforma e envelhece.
Ma se por um lado a associação entre o corpo e a edificação sofre um distanciamento, se considerarmos a arquitetura não mais como a edificação, mas sim como o vazio relacional onde se dá o encontro entre os habitantes, veremos que o corpo passa a ter um papel de crescente importância. Diante da irreversibilidade do tempo o corpo se transforma em peça chave da arquitetura como o agente que articula o tempo e o espaço no evento, dentro de uma relação cada vez maior com a indeterminação. Se no início do século XX Le Corbusier, um dos expoentes da arquitetura moderna, propunha o passeio arquitetural como uma grande inovação, no qual o habitante desvelaria a arquitetura ao percorrê-la, vemos hoje arquiteturas onde o corpo não só desvela o espaço, mas na verdade altera as qualidades do próprio espaço quando nele se movimenta. Aqui o corpo não é mais apenas referência analógica para a construção da edificação, e nem é apenas o elemento que descobre a arquitetura, aqui o corpo com seu movimento passa efetivamente a construir a arquitetura, certamente uma arquitetura que se faz e se refaz na relação com o habitante.
É curioso notar que ao longo da história da arquitetura praticamente todas as referências ao corpo dizem respeito ao corpo masculino, e talvez pudéssemos arriscar que esta referência é menos à idéia do corpo que à idéia do falo, daí a excessiva ênfase no caráter objetual da arquitetura. Uma verdadeira consideração do corpo vai gerar uma arquitetura de caráter mais feminino, uma arquitetura da interioridade e da recepção. Mas o que dizer de uma arquitetura da indeterminação, de uma arquitetura que se faz e se desfaz, que busca o trânsito entre uma forma e outra? Aaron Betsky, não sem polêmica, propõe que essas novas abordagens sejam relacionadas ao que ele chama de corpo queer, em que estas distinções entre o masculino e o feminino ganham outras nuances e possibilidades de intercâmbio.
De objeto fálico a vazio relacional
Polêmicas a parte, este deslocamento de objeto fálico para vazio relacional na verdade aponta o fim de uma proeminência estética e a recuperação de um caráter ético na arquitetura. Movimento semelhante pode ser constatado na dança, que tem seu caráter estético cada vez mais questionado quando, entre outras coisas, abandona a idéia de composição puramente visual. Tais deslocamentos fazem com que arquitetura e dança passem a se situar cada vez mais no campo da linguagem e, por extensão, do desejo, tornando as distinções entre as duas áreas ainda mais tênues. Por exemplo, quando se tira o determinismo da dança e a coreografia perde a excessiva marcação, o ato de dançar parece se transformar no ato de habitar, ou seja, quando é diminuído o papel tradicional do coreógrafo como aquele que antevê e desenha aprioristicamente o movimento no espaço, há uma aproximação grande entre o bailarino e o simples habitante do espaço. Por outro lado, quando o habitante ganha consciência de seus movimentos devido a uma conformação especial do espaço, ele adquire algo do bailarino que performa um movimento previamente planejado. Da mesma forma como a arquitetura passa a trabalhar com as questões da alteridade e explorar a interação entre os habitantes, a dança vai lançar mão de técnicas de contato e improvisação, nas quais o fundamental é a investigação da relação com o outro.
No entanto, apontadas as similaridades, a questão mais difícil aparece: já que intuitivamente sabemos haver uma distinção, o que é que na verdade distingue a arquitetura da dança? Um dos elementos chaves nessa diferenciação é certamente a idéia de espetáculo, no sentido da existência de uma platéia que assiste à dança. Essa diferenciação é crucial, apesar de sugerir um conservadorismo politicamente incorreto, especialmente quando lembramos que os tempos atuais são de ruptura e transdisciplinaridade, em que a dissolução das fronteiras de nossa atuação é quase impositiva. Mas é nesta diversificação na forma de participação, com a distinção entre o ver e o ser visto, que há o estabelecimento de uma distância crítica entre o público e o performer, distância fundamental para a manifestação artística. A rigor, o surgimento dessa linha divisória é que vai distinguir o ritual das outras manifestações como o teatro e a dança. Nesse sentido, o ato de habitar se aproximaria mais do ritual do que da performance, já que na arquitetura o habitante é performer e audiência simultaneamente, operando um intercâmbio fluido nesta função de ver e ser visto. Essa aproximação fica ainda mais clara se lembrarmos que o rito pretende consolidar uma visão de mundo e a performance busca a instauração de uma nova cosmologia.
Assim, o ato de habitar se assemelharia ao ritual, enquanto reafirmação de uma visão de mundo, e o dançar estaria mais ligado ao papel da performance, enquanto re-instalação de uma visão de mundo outra. Se por um lado parece difícil aceitar o ato de morar como algo da mais pura conservação, por outro lado não fica difícil aceitá-lo como um ato ligado à idéia de manutenção, que não traz embutida a idéia de estagnação ou cristalização, mas ao contrário, nos remete aos conceitos de processo e criação. Assim, poderíamos pensar que a arquitetura reafirma e assegura o lugar de meu corpo no mundo, e a dança indaga e repropõe o lugar desse corpo no mundo.
Essa abordagem nos permite sair de uma posição na qual a distinção entre dança e arquitetura seria resumida apenas a uma questão arbitrária de nomeação - isto é chamado arquitetura, portando passa a ser arquitetura; isto é chamado dança, portanto passa a ser considerado dança. Há na verdade um encontro entre arquitetura e dança, que acontece com as manifestações chamadas site specific, que poderíamos dizer ser a exploração radical da relação entre corpo e lugar. Nestas ações específicas, dirigidas a um lugar específico, temos na verdade um jogo que transcende a funcionalidade do lugar e a estetização associadas ao espetáculo e apresenta uma exploração da arquitetura e da dança em seu potencial de construção e criação, em que é considerado de forma incisiva o tempo como uma flecha irreversível.
Aqui o evento ganha proeminência e a arquitetura, mais que nunca, se faz irreversível: o ato não tem retorno (não há na vida real um comando desfazer, como nos teclados de nossos computadores). Essa consideração da irreversibilidade parece criar um momento particularmente frutífero no que concerne à inserção de nosso corpo no mundo, à nossa existência como seres habitantes de um tempo e um espaço singularizados e assim parece sinalizar uma inclusão mais vasta de meu corpo na totalidade do mundo, inclusive na totalidade de um mundo que esse próprio corpo reinventa e constrói.
sobre o autor
Arquiteto, mestre e PhD pela School of Architectural Studies – Sheffield University (Inglaterra). Professor Adjunto da Escola de Arquitetura da UFMG. Coordenador do LAGEAR – Laboratório Gráfico para a Experiência Arquitetônica (EAUMFG). Membro fundador do IBPA (Instituto Brasileiro de PerformanceArquitetura)

domingo, 29 de abril de 2012

A lição de música -

                                                  A Lição de Música
1917
Óleos s/ canvas(244.7 x 200.7 cm)
Barnes Foundation, Merion, PA
minha professora pediu um trasbasslho e essa foi minha principal fonte de pesquisa. de luiz gouveia dos santos junior em TEATRO KABUKI


Luiz , me sinto honrada de saber que o meu blog serve de referência para pesquisa, esse éo meu objetivo.Temos que buscar além da cultura da mídia que modela o nosso olhar, e manipula o nosso gosto, uma homenagem ao conhecimento e a maravilha de descobrir sobre o pensamento e a sua ação no mundo.Precisamos conhecer o passado para seguir em frente, aprender como foi feito para fazer melhor.

INTERCÂMBIO


A minha necessidade de buscar um vocabulário e um código para a  minha linguagem é o ponto de partida e me focalizo no encontro, olhar para o outro, tentar entender como se faz ou como se chegou àquela qualidade de energia e presença em cena. Eu sempre vou quando posso em todas as demonstrações de técnicas dos artistas com espetáculos em cartaz em Brasilia, ou quando viajo.
Acredito que só através da troca e do desafio do novo eu posso dar o meu salto.Aprendo com as diferenças e quanto mas diferente de mim, melhor , só assim encontro a unidade na diferença e entro no território do comum, do essencial valor do encontro humano e a presença do sagrado inerente a cada momento que percebo o quanto vale a pena ver a humanidade do outro se manifestando diante dos meus olhos.Pode ser através de uma linguagem artística ou não.Eu sonhei ontem que estava mergulhada , no fundo do mar e  a água era muito limpa, cristalina mesmo, e eu vi uma escultura grega enorme e eu tocava o meu corpo e a escultura em cada membro do corpo da escultura, media a minha mão com a mão da escultura , eu não lembro que figura humana era aquela, nem o gênero.Eu lembro do silêncio que havia naquela troca silenciosa, isolada de tudo e os sentimentos que no começo era de medo, tristeza e no fim unidade.
 Acredito que o melhor da vida é quando o seu caminho está cheio de curvas e você tem a impressão de que está falando no deserto e aí acontece uma mágica.
.O outro é o nosso mestre, nosso espelho.Ontem encontrei um mestre, para mim mestres não são seres iluminados que estão meditando no deserto a base de arroz integral, para mim mestre é quem confirma o seu caminho na vida...Eu há anos escrevo aqui e antes desse  blog, sobre a necessidade do intercâmbio ,de trocas, de aprender ,que é a minha necessidade, e eu saí dessa oficina com a alma forte, eu simplesmente preciso de sentir  que escolhi  esse caminho e da confirmação do outro.Não significa que vai dar tudo certo sempre, significa que existem muitas pessoas no mundo que querem de verdade multiplicar o encantamento de estar vivo e celebrar o encontro.Todos nós do curso sentimos isso, pode ser que eu seja atrevida de afirmar isso, mas eu senti uma energia calorosa em todos nós, um sentimento de unidade, muito raro quando se reúne tantos egos, tantos desejos e sonhos.Super natural, super humano.Estou agora pronta para embarcar na minha viajem de novo, porque afastei da mente a pergunta: Será? Como será? É o momento de pular.

" Ninguém se cura só, ninguém se cura sozinho, agente se cura no

sexta-feira, 27 de abril de 2012

"Porque eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo, e que faço, não do tamanho que os outros me enxergam."


Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 25 de abril de 2012

PENSAMENTO EM AÇÃO

Alguns aspectos de um possível paradigma da contemporaneidade , em consonância com as discussões atuais como sendo: a multisensorialidade , a disponibilidade para criar a partir da identidade e diversidade, interdiciplinariedade, o relativismo, e os métodos comparativos. A noção de performance aliada a ritos,rotinas, disciplina,.a dança fazendo parte da vida indivudual e coletiva, uma forma sensorial e perceptiva. A experiência  e  a expressão  se reúnem.Procuro técnicas corporais que induzam a um fluxo diferenciado de energia , a uma itensificação da presença e consequentemente a uma alteração do meu estado perceptivo.Quando estou em cena estou totalmente dentro de mim, o palco é o único lugar no meu mundo onde nenhuma intervenção, nada mesmo, me tira do meu estado de presença absoluta no aqui e agora.Atualmente fiz um exercício fantástico da Biodança , dançar como se fosse a minha última oportunidade de me comunicar, e dizer o que sinto, de ser eu mesma, isso amplia a minha urgência de falar o que nem sei bem o que é, um lugar onde as palavras não chegam, onde nem toda essa minha tentativa de me explicar, me reiventando com um olhar bem aberto para semiótica, ritos, símbolos, arquétipos,transculturalidade,e tudo o que explica a presença humana, tudo isso me  ajuda., mas eu  não tenho legenda.
  Prefiro sair do esquema "entrar muda e sair calada", dançar é pouco , preciso publicar a necessidade de expressar o que penso,perco horas de sono e muito tempo , treinando , estudando, lendo, visitando o passado,escrevendo. Sinceramente eu acho que não é perda de tempo, só me enriquece, enfim , eu posso levar um texto, ou compartilhar minha visão, minha técnica, só dançar, para mim é pouco, quero me descobrir.Tudo bem concordo que a arte não deveria ser explicada,  e sim sentida, apreciada, aquele espaço da alma que é aberto para receber sabedoria , encantamento pela espécie humana, sonhos .Eu tento com  a minha arte  cunprir esse objetivo.Mas não quero ser a  cereja de bolo de ninguém, nem tampouco o quadro que vai combinar com o sofá da sala.Eu sei que "instantes de beleza" são importantes, mas eu preciso da lucidez, meu maior inimigo é a ignorância.

domingo, 22 de abril de 2012

FÓRUM DE DANÇA DO DISTRITO FEDERAL
SÍNTESE DO TRABALHO QUE SERÁ APRESENTADO PELA PESQUISADORA,
PROFESSORA, ATRIZ E DANÇARINA MIRABAI:
PERFORMANCE DE DANÇA COMO RESULTADO DA INVESTIGAÇÃO DOS PRINCÍPIOS
CONTIDOS NA GESTUALIDADE BRASILEIRA E O INTERCÂMBIO DE TÉCNICAS EXISTENTES NO TEATRO-DANÇA CLÁSSICA DA ÍNDIA. PARA MIRABAI, A BUSCA
POR UM PROCESSO CRIATIVO COM LINGUAGEM PRÓPRIA, ALIADA À NECESSIDADE
DE EXPRESSÃO PESSOAL NA DANÇA, OBJETIVA AMPLIAR AS FRONTEIRAS
ESSA ARTE E CRIAR NOVO VOCABULÁRIO GESTUAL.
TOME NOTA: 28 DE ABRIL (SÁBADO) - 20 HORAS
SALA VILLA LOBOS - TEATRO NACIONAL
INGRESSOS: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (meia)
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