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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

BUDA E A PROPORÇÃO ÁUREA

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" De acordo com a tradição Budista, em um dos sermões de Buda,ele não emitiu uma única palavra, ele simplesmente segurava uma flor diante da platéia."O que uma flor pode nos ensinar? Uma rosa, por exemplo, quase sempre é considerada um símbolo de simetria, Harmonia, amor e fragilidades naturais.Em Religião do homem, o poeta e filósofo Indiano Rabindranath Tagore( 1861-1941) escreve: De alguma maneira, sentimos que, por intermédio de uma rosa, a linguagem do amor chega aos nossos corações." Suponha que você queria quantificar a aparência de uma rosa.Pegue uma rosa e a disseque para ver como suas pétalas estão arrumadas de acordo com uma regra matemática que se baseia na Razão Áurea.

Razão Áurea -  A História de FI, um número surpreendente.
Lívio- Mário

A equação Áurea de Fibonacci

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A harmonia da solidão.

Ao olhar uma árvore isolada, em um ambiente em que o seu crescimento não tenha tido nenhuma interferência climática extrema, podemos observar a harmonia de seu movimento e a beleza da sua forma.



Os estilos de bonsai retratam todas as formas e estéticas que as árvores apresentam ao se adaptar à natureza, clima, vento, altitude, temperatura e solo.Os estilos Hokidashi (vassoura), Chokan (ereto formal) e Moyogi (ereto informal) retratam bem essa harmonia. A solidão de uma árvore num campo aberto traz uma beleza singular; suas formas são leves e simétricas, seu crescimento em todas as direções seguem regras fractais de forma, que podem ser observadas em toda natureza, em um coral, numa semente de girassol, no movimento de uma onda, na formação geológica de cristais de rocha, na teia de aranha, nos flocos de neve, ou na rotação de uma gigantesca galáxia.


A equação áurea de Leonardo Pisani

O crescimento de uma planta, assim como tudo na natureza, segue uma regra …

A SEQUÊNCIA DE FIBONACCI

A SEQUÊNCIA DE FIBONACCI








FIBONACCI


Individualidade – A marca de qualquer artista, designer ou arquitecto, cada um deseja para as suas criações a qualidade que os separa de todos os demais e os homens naturalmente têm essa individualidade nas suas impressões digitais, existem 6.5 biliões de pessoas sobre a Terra e nenhuma impressão digital é igual a outra, tudo em que tocamos ou entramos contacto é marcado com pequenas imagens impressas revelando para quem quer que seja quem esteve ali.

Por volta de 1200 d. C. um homem chamado Leonardo Pisano, também conhecido por Fibonacci, descobriu uma sequência de números que criou um padrão muito interessante, essa sequência começa com os números 0, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34… e segue em uma continuidade infinita. Cada número é obtido somando os dois últimos dígitos dessa sequência. Um rectângulo com dois números dessa sequência interligados forma aquilo que é conhecido como o Rectângulo de Ouro – um rectângulo perfeito.





RECTÂNGULO FIBONACCI


Um …

Pina Bausch - Cafe Müller

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Os  passos  têm vindo sempre de algum outro lugar-nunca das pernas(...) É simplesmente uma questão de quando é dança, e quando não é.Onde começa? Quando chamamos de dança? Tem de fato algo a ver com consciência, com consciência corporal, é a meneira pela qual formamos coisas.Mas então não precisa ter esse tipo de forma estética.Pode ter uma forma totalmente diferente e ainda assim ser dança.Basicamente , quer se dizer algo que não pode ser dito( ou a expresão do material interno implicaria sua transformação em linguagem)então,faz-se um poema para que se possa sentir o que se quer dizer.Então palavras, acho,são um meio-um meio para um fim.( minha ênfase)
definida como "consciência corporal e a "maneira pela qual formamos coisas", a natureza Símbólica da dança- teatro  é associada ao desenvolvimento humano físico e psiquico.De fato. como colocado por Jaques Lacan, é através da linguagem Simbólica que o ego não apenas interage com o mundo,mas é em si mesmo construído físic…

interfaces da dança

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A primeira diz respeito à distância que existe hoje, entre o que se cria em dança – na dança como arte – e o que se faz nos espaços de ensino e aprendizagem de dança. Um reflexo desta distância é a ausência (ou quase) de público em espetáculos de dança contemporânea ou de dança-teatro, em todo o Brasil, embora exista um número significativo de escolas e cursos de dança, repletos de alunos.
A segunda evidência é a atual produção de conhecimento sobre o corpo que advém da prática de artistas da dança. Esta produção, que é fruto de sua prática de criação artística e que se dá por meio do próprio corpo, temprovocado reflexões e bases para concepções de CORPO, SUJEITO e EDUCAÇÃO. Também tem problematizado a compreensão de como se dá a expressão pelo corpo e do que são técnicas corporais, contribuindo com o desenvolvimento de teorias da percepção, da cognição, bem como da constituição do sujeito. Trabalhos científicos de diversas áreas (antropologia, medicina, biologia, semiótica, entr…

O corpo que pensa: o treinamento corporal na formação do ator (Stanislawski, Artaud, Grotowski, Barba, Antunes Filho)

O corpo que pensa: o treinamento corporal na formação do ator (Stanislawski, Artaud, Grotowski, Barba, Antunes Filho)



Autor: NUNES, Sandra Meyer

Título: O corpo que pensa: o treinamento corporal na formação do ator (Stanislawski, Artaud, Grotowski, Barba, Antunes Filho)

Orientador: KATZ, Helena Tânia

Este estudo discute o tratamento (teórico e prático) dado ao corpo na formação do ator, estabelecendo reflexões a partir do treinamento corporal e formulações teóricas a cerca do corpo de cinco influentes diretores de atores deste século: o russo Constantin Stanislavski (1863-1938), o francês Antonin Artaud (1896-1948), o italiano Eugênio Barba, o polonês Jerzy Grotowski e, no Brasil, José Antunes Filho. Estes diretores, além de entenderem a atuação e o processo de formação do ator como uma construção física, através de um corpo instrumentalizado por um amplo universo de técnicas corporais - abriram a perspectiva de um corpo que pensa através de suas ações. Descrentes nas habilidades da mente…
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EVOÉ! BACO!

Evoé!!!
Dionísio e o Teatro

Segundo a Enciclopédia Britânica, a palavra TEATRO deriva do grego theaomai - olhar com atenção, perceber, contemplar. Theaomai não significa ver no sentido comum, mas sim ter uma experiência intensa, envolvente, meditativa, inquiridora, a fim de descobrir o significado mais profundo; uma cuidadosa e deliberada visão que interpreta seu objeto.

Na Grécia antiga eram cultuados muitos deuses. Eles tinham vontades e personalidades como as dos homens, e muitas das suas características eram ligadas aos elementos da natureza. Um deus especial era Dionísio (Dioniso), cultuado como deus do vinho, da fertilidade e do Teatro. Muitos acreditam que os elementos que fazem parte da história da Arte Teatral começaram a aparecer nos festivais em honra ao deus Dionísio.

O desenvolvimento do Teatro Grego teve origem no culto prestado a Dionísio em Atenas. Os atores das peças executadas em honra de Dionísio usam máscaras, símbolos da submersão da sua identidade na de um outro…